Notícia
17 abril 2026

Noesis na linha da frente da Cibersegurança


A Noesis reforçou o seu posicionamento na cibersegurança, acompanhando de perto os desafios que hoje atravessam organizações de diferentes setores

A participar pela primeira vez no IT Security Summit, a Noesis marcou presença como Gold Sponsor num evento que se focou no panorama atual da cibersegurança: mais exigente, mais transversal e cada vez mais crítico para as organizações. 

Realizado a 14 de abril, no Tivoli Kopke Porto Gaia, o evento, organizado pelo grupo Media Next, reuniu mais de 300 participantes, 42 oradores, 22 sessões e 32 parceiros, numa edição que esgotou inscrições com mais de um mês de antecedência. Mais do que os números, foi um espaço de partilha entre quem está no terreno a lidar diariamente com a pressão crescente da regulação, do risco e da execução. 

Ao longo do dia, tornou-se evidente que a cibersegurança deixou de ser um exercício isolado para passar a integrar o dia a dia das organizações. A responsabilidade já não se limita às equipas técnicas, estendendo-se a toda a estrutura organizacional, num esforço conjunto para garantir resiliência e continuidade operacional

Foi neste enquadramento que a Noesis integrou um Fireside Chat dedicado ao tema “Infraestruturas Críticas sob Pressão: Como os Líderes de Segurança Respondem”, com a participação de Nuno Cândido, IT Operations, Cloud & Security Associate Director na Noesis, ao lado de Miguel Gonçalves, CISO na CUF, e Nuno Goes, Cyber Security & Risk Expert na EDP.
 
Oradores em discussão num painel sobre cibersegurança no IT Security Summit Porto.

A conversa trouxe para o centro do debate a distância entre a perceção do risco e o nível real de preparação das organizações para responder a ameaças cada vez mais sofisticadas. Ao longo do último ano, o risco deixou de ser encarado como uma hipótese distante para passar a fazer parte do quotidiano, influenciado por fatores como o contexto geopolítico, o aumento de ataques de ransomware e a crescente complexidade das cadeias de fornecimento. 

No setor da saúde, esta transformação é particularmente evidente. A digitalização trouxe ganhos significativos em eficiência e experiência, mas também ampliou a superfície de ataque. Ambientes mais distribuídos, com aplicações em cloud, acessos remotos e dispositivos conectados, exigem uma abordagem integrada à segurança, pensada como uma capacidade transversal e não como um conjunto de medidas isoladas. 

Já nas infraestruturas críticas, ganharam relevância temas muitas vezes menos visíveis, como a gestão do ciclo de vida dos certificados digitais. Num contexto de maior exigência regulatória e necessidade de garantir continuidade operacional, a visibilidade e o controlo sobre estes elementos assumem um papel determinante na mitigação de riscos frequentemente subestimados. 

A conversa trouxe ainda para o centro do debate a importância de alinhar tecnologia, processos e cultura organizacional, numa abordagem mais integrada e preparada para responder aos desafios atuais.

 

Representantes da Noesis no stand do evento, junto a material informativo.

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