Câmara
Noesis nos Media
04 maio 2020

De que forma o Covid-19 transformou os espaços de trabalho?, in PME Magazine


Noesis nos Media
04 maio 2020

Nos últimos dias, ou melhor, nos últimos meses temos ouvido falar constantemente do impacto que o Covid-19 está a ter nas organizações, no qual muitas foram obrigadas a reinventarem-se, procurando novos modelos de trabalho. No entanto, apesar de, nos últimos anos, termos assistido, de facto, a uma enorme transformação tecnológica, nunca imaginámos que no espaço de um mês iriamos assistir à maior aceleração de todas.

Atualmente, vivemos uma realidade de um autêntico filme. Foram implementadas medidas de confinamento que obrigaram a mudanças repentinas no quotidiano profissional das organizações e, consequentemente, dos seus colaboradores. O ambiente de trabalho mudou drasticamente e quase que podemos dizer que, desde o aparecimento desta pandemia, o mundo foi obrigado a dar um salto tecnológico de vários anos.

A implementação de soluções de trabalho remoto foi uma das principais medidas executadas pelas organizações, uma vez que foram obrigadas a digitalizar os seus postos de trabalho, dada à restrição de espaços partilhados, assim como a procurar ferramentas digitais para conseguir tirar melhor partido possível do home office. Embora este conceito não seja recente, ainda não estava bem cimentado na nossa cultura ou pelo menos uma boa parte das organizações ainda não estava preparada para os implementar.

Neste sentido, tornou-se urgente perceber como é que a tecnologia pode e deve ajudar as organizações a modernizar os seus processos de funcionamento e, ao mesmo tempo, agilizar a adaptação dos colaboradores ao trabalho remoto, incentivando sempre sua produtividade. Várias são já as tecnologias desenvolvidas e disponibilizadas para permitir montar um ambiente de trabalho remoto eficiente e capaz de aumentar a produtividade das equipas.

No entanto, é essencial que se perceba que implementar uma solução de remote workspace é ir além das funcionalidades que todos reconhecemos, como chat ou possibilidade de fazer reuniões por videochamada. As equipas têm de beneficiar de um conjunto de ferramentas que aumentam a produtividade de cada membro. Existe, de facto, um universo de aplicações, que talvez para muitos ainda é totalmente desconhecido, mas que possibilitam a criação de um ambiente centralizado e integrado de partilha de informações, onde é possível criar grupos e agregar processos de organização e fluxos de trabalho para que o feedback loop seja mais rápido e eficiente. É importante que as organizações tenham presente a noção de que, apenas através destas ferramentas, a automatização de workflows e processos, que de outra forma teriam de ser criados manualmente, é possível.

Por outro lado, é, igualmente, possível recorrer a um conjunto de outras aplicações out-of-the-box que têm outras funcionalidades, nomeadamente: análise de dados, planeamento e gestão de tarefas de equipas remotas, gestão de To Do’s, criação de formulários online e surveys de forma intuitiva e análise hábitos de trabalho, de modo a se conseguir obter insights com sugestões de como melhorar a  produtividade individual e de equipa.

Assim, perante o contexto atual, a tecnologia nunca teve uma importância e um impacto tão significativo, quer na sociedade quer nas organizações, sendo que se tornou iminente criar, através destes verdadeiros Remote Workplaces, com uma visão integrada e explorando todo o seu potencial.

Desta forma, chegou o momento de conseguirmos capitalizar e enfrentar a situação que vivemos com os dois pés no chão e a olhar para o futuro. No momento, em que fizermos isso iremos conseguir transformar esta Pandemia numa oportunidade e perceber que, mesmo em tempos de crise, é possível inovar e criar soluções capazes de manter a produtividade das organizações. A oportunidade está lançada, só temos de ser capazes de a apanhar.  

*Artigo originalmente publicado em PME Magazine.
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