Luzes e Tecnologia
NOESIS NOS MEDIA
03 novembro 2021

O Ricardo põe a #ImpressãoDigital na linha


A praia, o mar, as esplanadas são o cenário perfeito para este “menino da Linha” dar a conhecer as suas preferências.

O Marketing & Communication Associate Director da Noesis esteve quase para escolher o Estádio da Luz para esta fotografia. É que as saudades de ver um jogo do Benfica ao vivo já eram muitas. Acabou, porém, por pesar a vivência na linha de Cascais e por optar pela Marina de Oeiras. A praia, o mar, as esplanadas são o cenário perfeito para este “menino da Linha” dar a conhecer as suas preferências.
 
Por Ricardo Rocha, Marketing & Communications Director na Noesis

Um livro memorável:
“Vencer”, de Jack Welch, por ser um dos livros de referência nas áreas da gestão, mas também por me ter marcado especialmente. Foi-me oferecido por um ex-chefe, que teve um papel importante na minha carreira profissional e a quem agradeço as oportunidades que me deu.

O filme da minha vida:
É difícil eleger um. Matrix, porque foi totalmente inovador e disruptivo na sua época e Forrest Gump, porque também marcou uma época e tem uma narrativa “fora da caixa”. Mas há muitos mais que poderia destacar.
 
O hobby:
Gosto de praticar desporto. Sempre gostei. Gosto de jogos, de desportos que impliquem competir contra outros e que tenham uma bola envolvida - futebol, basquete, golfe, padel, vólei de praia…até andebol cheguei a jogar. Como sou um “menino da linha” e vivo há 40 anos entre Cascais e Oeiras sempre tive também um “chamamento” pelo mar. Durante muitos anos fui federado em Vela e agora estou a tentar iniciar-me no surf, mas não está fácil conseguir manter-me em pé em cima da prancha!
 
A série de eleição:
Seinfeld: uma obra-prima do humor, que me manteve acordado muitas madrugadas, quando era estudante universitário. West Wing e Homeland, por serem séries de culto sobre política, que é uma das minhas paixões. E num registo mais ligeiro, mas muito viciante, Lost, Walking Dead e Game of Thrones.
 
A banda sonora da vida:
Sempre fui do Rock e cresci nos anos 90, quando o Grunge estava em voga. Continuo fiel a essas sonoridades e se tivesse de eleger uma banda preferida, escolheria Pearl Jam, que já vi quatro ou cinco vezes ao vivo. E tenho a memória inesquecível de ter visto ao vivo o Kurt Cobain e os Nirvana, em Cascais.
 
Um objeto indispensável:
O smartphone, sem dúvida, ainda que por vezes use em excesso. E um caderno, porque gosto de tirar notas.
 
Um destino inesquecível:
Adoro viajar e é, provavelmente, o que mais sinto falta nesta pandemia. Elego Sri Lanka e Maldivas, por terem sido o destino da minha lua de mel, já lá vão 10 anos. Mas também os EUA: gosto muito de Nova Iorque e adorei fazer a West Coast de carro.

O carimbo que falta no passaporte:
Faltam muitos, e espero receber novos muito em breve. Há muito por descobrir e explorar. Antes da pandemia planeava ir ao Havai. Falta esse carimbo, para já.
 
O recanto em Lisboa:
Sou alfacinha e sempre vivi na linha de Cascais. Lisboa, a sua luz, o Tejo e o Atlântico são muito importantes para mim. Não tenho um recanto de eleição em Lisboa, gosto de tudo. Mas apetece-me escolher o Estádio da Luz! Tenho saudades de ir ao estádio e de ver o meu Benfica.
 
Se tivesse um superpoder, seria:
Ser imortal. A vida avança muito rapidamente. Talvez esteja a atravessar uma espécie de pré-crise de meia-idade, mas chegado aos 40 começo a ver que o que falta já é menos do que o que passou.
 
Tornei-me marketeer porque:
Sempre tive um apelo pelo mundo das empresas, mas nunca tive uma vocação vincada. Gostava (e gosto) de Humanidades, mas também de Economia, Gestão e Direito. Acabei por estudar comunicação e, logo no primeiro ano, percebi que nunca seria jornalista, não me atraia. Comecei a olhar para a comunicação empresarial, para a publicidade e, mais tarde, para o Marketing.

A estratégia de marketing perfeita é:
A que serve os propósitos da organização e que atinge resultados. O Marketing é pragmático, concreto e mensurável. É fundamental medir o seu impacto e os resultados atingidos, de forma objetiva e quantificável. Cada vez mais, até com o advento do digital, essa medição é mais científica e menos intuitiva. O “achismo” tem cada vez menos espaço.

Se não fosse marketeer seria:
Podia ter sido advogado. Interesso-me por leis e leio sem aborrecimento um decreto de lei. Trabalhei durante uns tempos na área comercial com o sector público, abrangido pelo código das compras públicas, a responder a concursos públicos, a estudar e a responder a cadernos de encargos e fazia-o com gosto!
 
Marca com que gostaria de trabalhar:
Tenho a ambição de continuar a trabalhar no sector IT. Dentro desta área gosto especialmente da Microsoft, que tem vindo a percorrer um caminho muito interessante, enquanto marca, posicionando-se em áreas especialmente relevantes na transformação digital da economia.

Campanha que gostaria de ter assinado:
A da Nike em homenagem a Kobe Bryant - “Better”. É um statement poderoso, com um copy cheio de significado e uma edição brilhante, de uma marca que já não precisa de anunciar os seus produtos e que se dedica a transmitir mensagens fortes, de superação, com significado.
 
Uma marca de sempre:
A Coca-Cola.

O rosto ideal para uma campanha da Noesis:
Os nossos consultores, que são a nossa cara nos clientes.
 
O software que não dispenso:
Tenho uma obsessão saudável pelos temas de organização e produtividade, por isso, há um conjunto de ferramentas que não dispenso. Desde logo o Microsoft TEAMS, sou fã e heavy user. Depois o Evernote é o meu “caderno digital” de eleição e também o TODOIST, que é uma aplicação muito útil e simples para a gestão de To do’s. 
 
Publicado em Briefing
 
 
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